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Tarsila R
Tarsila R | 🇧🇷 Brasil

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Eu me mudei para uma cidade na qual não conhecia ninguém, exceto o meu noivo, o que despertou em mim a vontade de conhecer novas pessoas. Além disso, eu sempre gostei da ideia da comunicação por cartas, que eu já tinha experimentado há vários anos com amigas, por isso fiquei muito empolgada ao descobrir o Slowly.

Diferentemente do que ocorria em sites que conectam pessoas através de chats, pelas cartas eu pude ter discussões longas e profundas com as pessoas. Eu pude perceber que elas estavam sendo abertas e sinceras comigo, e fiz o mesmo. Conversei com tanta gente, e todos pareciam tão amigáveis, que eu cheguei a lamentar o fato de que não conseguiria conhecer todas as pessoas que estavam no aplicativo. Minha sensação era de que o Slowly tinha reunido as melhores pessoas do mundo.

Assim que percebia que uma cartinha estava chegando ficava animada, o que me fez lembrar o seguinte trecho do livro O Pequeno Príncipe: “Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieto e agitado: descobrirei o preço da felicidade! Mas se tu vens a qualquer momento, nunca saberei a hora de preparar o coração…”

Pelo Slowly eu conversei com pessoas de vários países, o que me levou a descobertas sobre outras culturas. Fiz três amigas que moram em outros estados do meu país, elas não precisam morar perto para se fazerem presentes na minha vida. Bruna, que tem disposição para pensar e discutir comigo os temas mais difíceis e com quem já troquei mais de 100 cartas, Isa, que me envia as cartas mais longas e divertidas, e Gaby.

A minha correspondência com Gaby começou despretensiosa, até que eu mencionei o meu noivo e ela perguntou como eu o havia conhecido. Contei a ela a minha história e ela também compartilhou comigo uma história de amor que viveu. Tivemos uma troca intensa de cartas, até brincamos falando que, após um tempo, bastaria reunir as nossas cartas que teríamos escrita a nossa biografia. Todos os dias eu esperava ansiosamente a sua cartinha e respondia assim que podia.

Após um tempo nós entramos em contato por outras redes sociais e foi assim que um dia, por acaso, eu vi um vídeo de Gaby cantando e tocando violão, algo sobre o que ela não tinha comentado nas cartas. Sua voz me conquistou. Eu perguntei se ela aceitaria compor uma melodia, caso eu escrevesse uma música, e ela logo se mostrou entusiasmada com a proposta.

Eu sempre gostei de escrever poesia, mas tinha passado um tempo sem inspiração, e a ideia de escrever músicas me fez fervilhar de criatividade. Eu reli todas as nossas cartas e escrevi uma música sobre a história de amor dela. Ouvir Gaby cantando a música com a melodia que ela criou me provocou uma sensação incrível, parecia que ela estava dando vida às minhas palavras. Foi assim que começamos a compor juntas. Já criei diversas letras desde então, e ela criou um canal no YouTube com a prima, no qual pretende postar as nossas músicas.

Por essas experiências maravilhosas que eu tive nos últimos quatro meses eu sou grata ao Slowly, que eu não paro de indicar a todos os meus amigos.

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